Participação em Organizações

Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento (TWAS)

Criada em 1983, por Abdus Salam, paquistanês laureado com o Prêmio Nobel em Física, com o nome de Academia de Ciências do Terceiro Mundo (TWAS, na sigla em inglês), teve entre seus fundadores eminentes pesquisadores brasileiros.

Atualmente denominada Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento, é uma das mais importantes organizações associadas à Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), cuja missão é a de promover o desenvolvimento de CT&I nos países em desenvolvimento, reunido em seus quadros os melhores cientistas desses países – Índia, Brasil, China, África do Sul, entre outros.

Com a eleição do presidente da ABC, Jacob Palis, para a Presidência da TWAS, em 2007, e sua reeleição em 2010 a Academia passou a sediar o Escritório da Presidência da TWAS. Essa eleição demandou a ampliação da infraestrutura de apoio às atividades internacionais da Academia e possibilitou aumentar ainda mais a representatividade da comunidade científica brasileira no cenário internacional.

Em 2012, o presidente da ABC passou ao presidente da Academia Chinesa de Ciências, Bai Chunli, a presidência da TWAS. Saiba mais.

Escritório Regional da TWAS para América Latina e Caribe (TWAS-ROLAC)

A criação do Escritório Regional da TWAS para a América Latina e Caribe (TWAS-ROLAC, na sigla em inglês), em 2004, com sede na ABC, foi mais uma das conquistas da Academia no plano da chamada diplomacia da ciência, que gerou importante acréscimo de suas atividades internacionais.

O objetivo desse escritório é aumentar a interação da TWAS com seus Membros na Região, bem como viabilizar a implementação de projetos da organização, tais como a concessão de bolsas de doutorado e pós-doutorado, a realização de projetos conjuntos, a outorga de prêmios, a promoção de diversas atividades visando o estímulo a jovens cientistas, entre outros. É também função do referido escritório estimular uma maior integração entre os Membros latino-americanos e caribenhos e destes com outros Membros da TWAS.

Desde sua fundação até 2008, o TWAS-ROLAC foi coordenado pelo Acadêmico Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho; entre 2008 e 2010, pelo Acadêmico Marcelo Viana; a partir de 2010, a coordenação passou para o Acadêmico Antonio Carlos Campos de Carvalho. Em 2013, o coordenador passou a ser o Acadêmico Vivaldo de Moura Neto.

Para acompanhar a participação da Academia Brasileira de Ciências na TWAS e a atuação do TWAS-Rolac, veja os Relatórios de Atividades da ABC.

Relatório de Atividades da ABC 2011
Relatório de Atividades da ABC 2010
Relatório de Atividades da ABC 2009

Conselho InterAcademias (IAC)

O Conselho InterAcademias (IAC, na sigla em inglês) foi criado para prover aconselhamento para organizações internacionais, multinacionais e governos nacionais sobre questões de importância regional e global.

Fundadora da entidade, a ABC é uma das 15 academias que constituem o Comitê Diretor do IAC, juntamente com representantes da África do Sul, Alemanha, China, Estados Unidos, França, Índia, Israel, Japão, Malásia, México, Reino Unido, Rússia e Suécia, acrescido da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS).

Entre os estudos elaborados pelo IAC para o IAP, merecem ser citados:

Para acompanhar a participação da Academia Brasileira de Ciências no Conselho InterAcademias (IAC) e suas parcerias com a entidade, veja os Relatórios de Atividades da ABC.

Relatório de Atividades da ABC 2011
Relatório de Atividades da ABC 2010
Relatório de Atividades da ABC 2009

Conselho Internacional para a Ciência (ICSU)

Fundado em 1931 para promover a atividade científica internacional em benefício da humanidade, o Conselho Internacional para a Ciência (ICSU, na sigla em inglês) é uma das mais antigas organizações não-governamentais em todo o mundo. Abrange a representação das sociedades científicas internacionais e membros nacionais, geralmente as Academias de Ciências. O ICSU conduz um número significativo de programas e iniciativas interdisciplinares, além de projetos temáticos, todos relacionados a questões globais – entre os quais o estudo de mudanças climáticas.

Desde 1993, quando foi designada pelo CNPq como o representante brasileiro no ICSU, a ABC vem tendo uma atuação importância fundamental dentro do órgão. A Academia faz parte de diversas comissões em diferentes programas internacionais de porte.

Escritório Regional do ICSU para América Latina e Caribe (ICSU-LAC)

Entre 2007 e 2010, a Academia abrigou, com o decisivo apoio do MCT e do MRE, o Escritório Regional do ICSU para a América Latina e Caribe (ICSU-LAC, na sigla em inglês), fato que acarretou um significativo aumento de prestígio e responsabilidade da Academia no plano internacional.

A Academia Mexicana de Ciências hospeda, desde 2010, o ICSU-LAC, num padrão de revezamento instituído pela entidade.

Para acompanhar a participação da Academia Brasileira de Ciências no ICSU e suas parcerias com a entidade, veja os Relatórios de Atividades da ABC.

Relatório de Atividades da ABC 2011
Relatório de Atividades da ABC 2010
Relatório de Atividades da ABC 2009

Fórum de Ciência, Tecnologia e Sociedade (STS Forum)

O Fórum de Ciência, Tecnologia e Sociedade, registrado como uma organização sem fins lucrativos desde março de 2006, realiza uma reunião anual, a partir do primeiro domingo de outubro de todos os anos, em Kyoto, no Japão.

O STS Forum reúne políticos, empresários, cientistas e a mídia de todo o mundo com fins de discutir os progressos da ciência e da tecnologia para o futuro da humanidade, bem como sobre as implicações éticas da aplicação das novas tecnologias.

7ª Reunião Anual do STS Forum

O evento realizado em outubro de 2010 teve a participação de representantes de 85 países, cerca de 800 cientistas – entre os quais diversos Prêmio Nobel – e uma centena de executivos de empresas e organizações sociais. Os temas do sétimo encontro foram o período pós-Protocolo de Kyoto, a diplomacia em C&T e a importância da energia nuclear.

O presidente da ABC participou do encontro de Presidentes de Academias, ressaltando, como no ano anterior, a importância da cooperação científica e tecnológica internacional. Sua participação também foi expressiva na Reunião do Conselho da organização.

6ª Reunião Anual do STS Forum

Realizado em outubro de 2009, o encontro teve a participação de representantes de 87 países, 21 ministros de Ciência e Tecnologia, 11 ganhadores de Prêmios Nobel, além de centenas de empresários e cientistas.

O ministro de C&T e Acadêmico Sergio Rezende foi um dos palestrantes da sessão de abertura do eventoquando falou sobre Ciência, Tecnologia e o Futuro da Humanidade.

O presidente da ABC foi um dos coordenadores do encontro de Presidentes de Academias de Ciências, tendo sido responsável por apresentação sobre o novo papel das Academias no cenário internacional e nos contextos nacionais.

Fórum Mundial de Ciências (World Science Forum – WSF)

Após a realização do Fórum Mundial de Ciências em Budapeste, em 1999, a Academia de Ciências Húngara, junto com a Unesco, o ICSU e o governo húngaro decidiu organizar, a cada dois anos, uma edição do evento.

O objetivo é promover um fórum global de diálogo sobre a Ciência, seu papel e suas responsabilidades no Século 21. Os temas proritários são a necessidade de aconselhamento científico na elaboração de projetos econômicos e políticas públicas, assim como a importância da divulgação e popularização da Ciência e de seus valores básicos para a sociedade como um todo.

Em 2009, foi acolhida por parte do presidente da Academia de Ciências Húngara a proposta brasileira de que o Fórum passasse a ser realizado alternadamente entre a Hungria e outros países. O Brasil se ofereceu para receber, então, a primeira edição do evento fora da Hungria, a ser realizada no ano de 2013.

O tema da edição de 2009, que celebrou o décimo aniversário da Conferência Mundial de Ciências, foi Conhecimento e Futuro. As edições são realizadas sempre por volta do dia 10 de novembro, data escolhida pela UNESCO, em 2001, como o Dia Mundial da Ciência ao serviço da Paz e do Desenvolvimento.

A ABC participou ainda do Comitê Executivo do Fórum e teve uma ativa participação no encontro de 2011, cujo tema foi a Mudança do Panorama da Ciência.

Em 2011, foi instituída a Comissão Executiva Nacional do Fórum Mundial de Ciência 2013, que será no Rio de Janeiro. Esta Comissão ficou responsável pela coordenação institucional, aspectos logísticos e programação temática do evento, incluindo a definição e planejamento de atividades complementares ou paralelas ao evento principal, a serem realizadas em 2012 e 2013. Foram planejados, então, sete Encontros Preparatórios em diferentes capitais do Brasil.

Integram a Comissão representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Academia Brasileira de Ciências (ABC), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco/Brasil).

Saiba mais sobre os sete Encontros Preparatórios para o Fórum Mundial de Ciências, realizados em 2012 e 2013.

Encontros Preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013

Em função da realização do Fórum Mundial de Ciência 2013 no Rio de Janeiro, pela primeira vez fora da Hungria, sua terra natal, a ABC e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) estabeleceram parceria com mais dez entidades da área de CT&I para promover sete Encontros Preparatórios em diversas capitais do país. As organizações parceiras são a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco-Brasil).

1º Encontro Preparatório

O evento foi realizado em São Paulo, na sede da Fapesp, com apresentações dos Acadêmicos Celso Lafer, presidente da Fapesp; Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp; Luiz Davidovich, diretor da ABC; Helena Nader, presidente da SBPC, entre outros. Dentre os temas abordados, foi ressaltada a necessidade de uma ciência original, relevante e competitiva, que incorpore os benefícios do diálogo entre universidades e pesquisa industrial.

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2º Encontro Preparatório

A reunião teve como sede a UFMG, em Belo Horizonte, com organização conjunta da universidade com a Fapemig, a ABC e a SBPC. Estiveram presentes os membros da ABC Elibio Rech, professor da UnB, que falou sobre biotecnologia e engenharia genética aplicada à produção de alimentos, destacando o Brasil como um importante produtor de alimentos; José Galizia Tundisi, presidente do Instituto Nacional de Ecologia, o qual destacou o impacto do crescimento populacional nos recursos hídricos; e José Oswaldo de Siqueira – que lembrou que, embora seja referência em algumas áreas, o Brasil possui grandes lacunas e desafios a vencer, como a tropicalização do trigo, a revitalização do cacau, aquicultura e pesca.

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3º Encontro Preparatório

Sua sede foi o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), em Manaus. Tratando de questões tais como a educação para o desenvolvimento social, econômico e cultural da Região Amazônica, a reunião aconteceu no mês de novembro. Um dos pontos abordados pelos palestrantes foi a necessidade entender essa região para financiá-la de maneira diferenciada, fugindo de certas tendências mundiais que não atendem a seus anseios. A cientista social Ana Carla Bruno, Membro Afiliado da ABC, apontou que há muita discussão sobre a diversidade da flora e fauna, mas que se pensa pouco na diversidade cultural. O vice-presidente da Regional Norte da ABC, Roberto Dall’Agnol, por sua vez, falou sobre a ciência para o uso de recursos naturais tropicais.

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4º Encontro Preparatório

Em dezembro, a cidade de Salvador recebeu o encontro coordenado pelo Acadêmico Jailson Bittencourt. Estiveram presentes na abertura Dora Leal, reitora da UFBA; Roberto Santos, presidente da Academia de Ciências da Bahia; e Roberto Paulo Lopes, presidente da Fapesb. Alguns membros da ABC realizaram palestras, dentre eles Esper Abrão Cavalheiro, que falou sobre a profícua associação entre nanotecnologia, informática, biotecnologia e neurociência, conhecida como convergência tecnológica; Maurício Lima Barreto, que tratou de saúde, energia e sustentabilidade; Manoel Barral Netto, do CNPq, que tratou da questão da produção e cooperação científica do Brasil na área de petróleo e gás; Luiz Drude de Lacerda, que participou de mesa redonda sobre os desafios da bioenergia; e Carlos Alberto Dias, que tratou dos desafios da educação e formação de pessoal para o setor de energia.

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G-Sciences

O grupo de presidentes de Academias de Ciências que se reunia anualmente antes da reunião dos presidentes dos países do grupo G8+5 tornou-se independente e agora se chama G-Sciences.

O grupo G8+5 reúne os presidentes e primeiros ministros dos países mais poderosos do mundo G8 – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Rússia, Reino Unido e os Estados Unidos -, e os líderes de cinco países emergentes de grande projeção no cenário internacional – África do Sul, Brasil, China, índia e México. Em paralelo com as reuniões entre os presidentes dos países membros do G8+5, ocorria uma reunião entre os presidentes das Academias de Ciências dos mesmos países. Essa reunião científica tem importância fundamental para a chamada diplomacia científica, pois subsidia as declarações assinadas pelos Chefes de Estado.

O grupo G8+5 foi formado em 2005 na cidade de Gleneagles, na Escócia, quando o Primeiro Ministro Britânico, Tony Blair, como anfitrião do encontro anual do G8, convidou os principais países emergentes para participar das conversações.

A participação da ABC no grupo de Academias que assessora o grupo dos oito países mais ricos do mundo merece destaque, contribuindo para que a voz da comunidade científica se faça escutar em suas conferências de cúpula anuais, quando da tomada de grandes decisões no campo da política internacional.

Para acompanhar a participação da ABC no G-Sciences/G8+5, leia os Relatórios de Atividades anuais.

Relatório de Atividades da ABC 2011
Relatório de Atividades da ABC 2010
Relatório de Atividades da ABC 2009

Painel Médico InterAcademias (IAMP)

O InterAcademy Medical Panel (IAMP) foi criado em 2000 para facilitar a comunicação e a colaboração entre as Academias em questões de importância mundial relativas à Saúde e Medicina. É uma associação voluntária formada pelas divisões médicas das Academias de Ciências e por Academias de Medicina, empenhadas em melhorar a saúde ao redor do mundo.

A ABC, juntamente com a Academia Nacional de Medicina (ANM), representa o Brasil no IAMP. Desde 2010, a ABC pertence ao Comitê Executivo do IAMP, representada pelo Acadêmico Eduardo Moacyr Krieger, membro das duas Academias. A partir de outubro de 2010, quando se realizou a segunda reunião do Comitê Executivo do IAMP, este passou a integrar o World Health Summit, principal evento sobre Ciência e Saúde do mundo.

Para acompanhar a participação da Academia Brasileira de Ciências no IAMP, veja os Relatórios de Atividades da ABC.

Relatório de Atividades da ABC 2011
Relatório de Atividades da ABC 2010
Relatório de Atividades da ABC 2009

Rede InterAmericana de Academias de Ciências (IANAS)

Fundada sob o espírito do IAP em 2004, a IANAS é uma rede regional de academias de ciências criada para apoiar a cooperação nas Américas, visando o fortalecimento da ciência e da tecnologia como ferramentas para o avanço da pesquisa e desenvolvimento, prosperidade e igualdade na região.

Atualmente pertencem à Rede as Academias da Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Estados Unidos, Guatemala, México, Nicarágua, Perú, República Dominicana e Venezuela. Além dessas, também integram a Rede a Academia de Ciências da América Latina, a Academia de Ciências Caribenha e a União Científica Caribenha.

Os objetivos principais da rede são:

dar assistência à capacitação científica das nações através do fortalecimento da cooperação científica e tecnológica entre os países das Américas, como modo de promover o desenvolvimento social;
contribuir para a capacitação científica na região das Américas, através do intercâmbio de informações e experiências;
ajudar na criação de novas academias, em países das Américas, que desejem assistência no estabelecimento de uma Academia de Ciências;
influenciar o processo de tomada de decisões ligadas a matérias científicas nas Américas, com o propósito de promover a prosperidade e a igualdade do hemisfério.

Entre 2004 e 2010, a ABC abrigou a secretaria da IANAS e exerceu uma de suas duas presidências por dois mandatos, através do vice-presidente da ABC Hernan Chaimovich. A partir de 2010, em função do sistema de rodízio previsto no Estatuto da entidade, a secretaria e a co-presidência passaram para o México e o Brasil passou a fazer parte do Comitê Executivo.

Este período de seis anos à frente da Rede contribuiu ainda mais para consolidar o papel de liderança do Brasil na América Latina, ajudando a interligar e fortalecer a comunidade científica da região.

Para acompanhar a participação da Academia Brasileira de Ciências na IANAS e suas parcerias com a entidade, veja os Relatórios de Atividades da ABC.

Relatório de Atividades da ABC 2011
Relatório de Atividades da ABC 2010
Relatório de Atividades da ABC 2009

Rede Global de Academias de Ciências (IAP)

A Rede Global de Academias de Ciências, antigo Painel InterAcademias (IAP, na sigla em inglês, mantida após a mudança de nome) é uma rede global de 104 academias científicas destinadas a ajudar os seus membros a desenvolverem as ferramentas adequadas para participar das discussões de política científica que ocorrem em importantes foros internacionais.

Os membros do IAP partilham a convicção de que tem muito a aprender uns com os outros e de as comunidades científicas nacionais podem, através das redes de comunicação criadas pelo IAP, aumentar tanto a sua capacidade de agir junto aos cidadãos de seus respectivos países quanto a sua presença junto aos tomadores de decisões.

A ABC tem continuamente ocupado uma posição de destaque no órgão, tendo, inclusive, exercido a co-presidência de 2000 a 2003, através do vice-presidente da ABC Hernan Chaimovich, e pertencido ao Comitê Executivo do órgão. Além disso, a ABC faz parte, através do IAP, do Programa Mundial de Capacitação em Gestão de Recursos Hídricos, onde é representada pelo Acadêmico José Galizia Tundisi. O diretor da ABC Carlos Henrique de Brito Cruz co-preside um dos mais importantes grupos de trabalho do IAP, o Development Advisory Committee (DAC).

Para acompanhar a participação da Academia Brasileira de Ciências na Rede Global de Academias de Ciências (IAP) e suas parcerias com a entidade, veja os Relatórios de Atividades da ABC.

Relatório de Atividades da ABC 2011
Relatório de Atividades da ABC 2010
Relatório de Atividades da ABC 2009